Pular para o conteúdo principal

Postagens

Destaques

não aprendi a conviver com a morte

é adoecedor esse estágio iminente da morte quando ela se declara mais presente do que poderíamos imaginar. e me parece que envelhecer, tanto bem nos traz o amadurecer, quanto mal nos traz das mais diversas façanhas e formatos da morte. não que a juventude ou primeira vida nos afaste dela. não mesmo. é que a passagem do tempo, as adversidades da saúde, as intempéries da vida parecem deixar essa relação cada vez mais próxima, o fim iminente.  mais uma vez, aqui estamos, nos encontrando. é pertubador, desolador, assustador. porque mesmo com a sua certeza sufocante, ela ainda deixa uma continuidade no luto... com a vida que continua, com aquilo que mergulhado de fim precisa seguir.  - como vai a vida aí fora?  tive vontade de perguntar a um amigo, que desejo secretamente que seja meu marido logo em breve (ele não sabe disso), quando passei dias seguidos na emergência cuidando de meu velho. era do hospital pra casa, pra casa do hospital. e justo quando o inverno brincou de ser...

Últimas postagens

encantamento

de que valem os títulos?

nova era

sobre navegar, marés e mergulhos

espera

atada

de novos tempos

sweet love

desbloqueio

dance comigo, corra perigo