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Mostrando postagens de Outubro, 2015

Do que é ser, sou mulher.

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Quando demoro a escrever por aqui, qualquer coisa que seja, é como se a dureza do mundo tivesse me capturado de alguma forma. Não que eu seja obrigada a dizer sobre tudo que sinto sempre, mas a escrita me liberta de tal forma, que perder sua constância é como identificar que algo vai mal ou está sendo atropelado. Daí que nesse agora sinto uma necessidade iminente de pôr pra fora o que tenho transbordado em liquidez salgada, ao ler diversos relatos sobre o #primeiroassédio e outras tantas experiências compartilhadas e refletidas entre diversas mulheres de minha convivência e fora dela. 
Estar exposta, revelar de si, sempre será um lugar para o julgamento de outrem, porém valorizo mais da coragem que existe nesse ato, do que cada um poderá interpretar dele. Afinal de contas, cada um sabe do que lhe cabe, o quanto lhe cabe, como lhe cabe.
Observo os ambientes que vivo/já vivi e nem precisaria ir muito longe ao constatar quantos amigos (ou que eu imaginava que o eram) e homens que convivo/c…