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Mostrando postagens de Julho, 2017

vênus em câncer,

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o amor romântico não existe.  o amor é imperfeito,  se transforma,  compreende  e algumas vezes resiste. 
e não falo de resistência  no sentido de uma permanência  sem vontade  ou  por conveniência, 
mas de coragem,  alimento e  manutenção  daquilo que não é simples,  mas não é fardo. 
falo da paciência,  do auto-conhecimento  compartilhado em duo.  do riso depois da briga,  das pazes.  do complemento  e da saudade. 
do desenvolvimento da sintonia  e daquilo que é parceria. 
eu sou eu,  você é você  e juntxs  podemos ser  algo ainda maior. 
 ~ eu vivo o amor em mim e nxs outrxs também. aprendo junto. sou tão agente quanto testemunha de relações e de suas dificuldades, inclusive daquilo que perpassa o que é duo: as mazelas inevitáveis do tempo individual. eu acredito no amor, que mora em mim através do outro. as palavras são pontes, mas as nossas ações são os caminhos mais significativos de tradução desse sentimento. ~

Senhor do destino,

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é tudo processo,  tudo tudo mesmo. 
essa mania de querer ser baú de emoções antigas  nem sempre nos levará a memórias saudáveis ou  que deveríamos prolongar por tanto tempo. 
(( apego ))
até o próprio sofrimento tem a sua atração.  e é um perigo esse estado de vulnerabilidade  que não descasca, mas só expõe. 
quando a gente começa a identificar  o nosso próprio tempo ou  a reestabelecer o que de fato é saudável pra gente,  sem pular etapas, 
é bom.  muito bom. 
ainda que impermanente,  pensando que a vida é a instabilidade  e somos um bando de circenses  na corda bamba  com o mesmo frio na barriga  a cada novo  espetáculo. 
que a emoção de sentir  o próprio crescimento,  esteja sempre viva.

e a cada novo amanhecer
seja como raio que esquenta:
corpo e coração.