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Mostrando postagens de Abril, 2011
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esse peso de ser leve ainda me transforma em pedra com asas.

De ponto de vista.

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Em cima do palco encontrei os seus olhos. Pode dormir platéia, meu espetáculo já tem público. [Por Renata Berenstein]




Do lado de baixo, na platéia, encontrei os seus olhos.  Pode sair de cena elenco, eu prefiro monólogo.
[Livre adaptação - Por Larissa Uerba]

De lembrar ou De mergulhar - Parte 2.

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me ame mar
maremoto mar revolto mar morto 



De mergulhar.

Só me atiro no marse souber a profundidade.
Mas no raso não dá pra mergulhar.
Agora eu sei porque nunca conheci o oceano.

De não se entregar.

Em 02 de março de 2011...




Deixo de sentir. Pra dar preferência a certeza. Perco muito. Sinto Pouco.


De nó em pingo só.

gota



gota




até 
secar
[seca | seca ar | ar]



sertãozinho sózinho

De ser forte.

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Não deu, não deu pra segurar. Pensar que é forte, quando é queda d'água esperando só o momento de precipitação pra jorrar uma cachoeira de emoções.
E sempre foi assim, de tudo ao mesmo tempo agora. E ninguém entende, nem vai entender. Só quem sente é quem sabe. Estar de fora pode ser apenas um ponto de vista.
Nem aquele que diz que é melhor, não no sentido de ser bom em algo, mas de ser melhor daquele que é aquilo do outro, se contradiz. Não existe melhor, existe companheirismo, existe amizade, sem condições. 
Nesse momento, nada que é condicional pra mim presta. E me vem à mente a famosa frase do Otto Lara Resende: "o mineiro só é solidário no câncer", que ironia no agora. Pra mim sempre serviu como exemplo de vida essa frase, das condições que a gente se põe, que os outros impõe nas relações. E não é pra entender mesmo, quem sente sou eu.
Leio o seguinte, em algum lugar predestinado por pura coincidência temporária:
As pessoas que colaboram entre si sem esperar que as adve…

De despertencer.

Crescer
        desapegar
                deixar ir
                 sem jogos
                     sem competição



Pra ficar leve daqui
                             pra ficar leve de lá
                                               pra leve ar
                                                      deixe ir...


não é fácil não.


[para mim, pra ti e pra Lili Januário]

De pesar.

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Levo a vida nos ombros.
Estou ficando cada dia mais corcunda...