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Mostrando postagens de Novembro, 2014

Do que não nos ensinaram sobre o fim.

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Sabe o que acontece? A gente não quer se dar o prazer de viver a dor, a despedida, o vazio daquilo que não é/está mais. Olho ao redor e vejo o quão somos frágeis e o quanto nos fragilizamos ao ignorar ou simplesmente evitar os fins. Quem sabe essa atmosfera de contos de fadas infantis ou mesmo o amor romântico tenham nos influenciado a evitar os verdadeiros finais. Não só os que sonhamos ou desejamos, mas os reais. Talvez muitos fins sejam determinados por algumas condições (des)humanas. Tem gente que desde muito cedo já entende dolorosamente sobre o fim. Nos últimos anos tenho aprendido que a dor pode não ser assim tão justa, contudo é parte, e isso tem sido recorrente aqui nesse meu canto. Não sei se é caso de tê-la evitado um tanto ou se é justamente pra aprender sobre a convivência com a mesma.  O ano que se finda agora foi marcado por finais. Importantes. Olho para a foto em família que ilustra esse texto, e dentre as pessoas que estão nelas: eu, minha mãe, minha irmã e Cindy. Du…

De feito visual.

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Tal qual a vida nos engana                           efeito visual.                  Sobre o que não é só profundo,                                                    mas também superficial. 

Uma rosa sobre um papel                                                        cumpre seu papel de ilusão.

Pois bem sabe a realidade                          o quanto há em si da imaginação.



todo céu

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Eu fosse céu carregado 
Tu vinhas
Vestido de tempestade
Mas como 
Sou sol céu
Nu vens
Vestido de ventania.








poemar

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o poema  é um ato de amor      revela o gozo            distrai a dor   traz o conforto            liberta ardor.

Ao medo.

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Existe vontade e labirinto. E há de se permitir, descobrir os caminhos. Todos, todos eles.