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Mostrando postagens de Outubro, 2012

indepedência ou a,mor,te

em caso, de casa, tudo se rasga.
eu, rou pa, chão, em lágrimas.
eu quero você, mas não quero  essa vontade  descontrolada, desgovernada,  de não sei o quê.
não quero controle, meu bem.
mas em cada palavra sua,  me acho. e sinto algum sinal.
antes foice, inimigo.
me corto de frases, de tons, mal explicados.
tu ao ar, tudo no ar. mas você é fogo,  e eu sou paixão.
tudo dói agora,  o peito ra                ch              an                  do, pela certeza, das minhas incertezas.
eu nem sou tão moderna assim, eu só me adapto (meu) bem.
e nesse agora, te imploro, me tome de uma vez por todas, ou me liberte de suas terras.

De querer.

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Quero ao avesso. Desfaço o antes, recomeço. 
Voltando ao ponto de partida, que nunca partiu.
Te vejo, às vezes estando curada, às vezes achando que é vontade, às vezes só costume, de te ver, só de te ver. 
O medo da confusão, sem fundir.
Acho que sou eu, algumas vezes você. 
Porque prezo liberdade, mas também prezo colo.
Prezo, de prezar, não de prender. Quero cuidá-lo, guardá-lo. 
Pra que não se machuque, pra que seja melhor do que já é.
Tê-lo, livre, ao meu lado, parceria de vida, se assim for possível. 
Mas você se esconde, parece desafio constante. 
Passo de fases, mas é como se o fim do jogo nunca chegasse.
Eu preferiria uma luz acesa, pra clarear o caminho. 
Porém ele sempre me aparece assim, meia luz, meio termo, meio assim, sem definição.
Menino homem, homem menino.
Entendo completamente esse seu, esse meu, desentender.
Sinto. Algumas horas me aperta o peito por dentro. 
Noutras me alivio em sorrisos de cumplicidade.
Penso no constante de você, de um nós.
Jogo fora o "se" e confio no …

Ponto a ponto.

seu corpo
revelado 
em mil 
versos 
nus

cada 
pinta 
um 
ponto

do meu 
p.o.n.t.i.l.h.a.d.o 
poético
nu,
                                            .
                                          .         .
.     .       .   .   .       .   .   .       .   .    .
 .   .        .       .       .                .   .
   .          .   .   .       .   .   .       .   .   .

versus.

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ele não sabe o que está perdendo,

                                                            mas eu sei o que estou ganhando.



Um quase-haikai lunar

ela me olha de relance dentro de seu negro olhar uma lua branca minguante.

Lavrar pra livrar.

Com a pá 
lavras,
tudo que é 
signo 
fincado.


Coragem

Sê INTEIRO, até para tomar partido.


Sim ao sim, não ao não.

Vale mais o SIM                                                            Vale mais o NÃO

O talvez, sempre, perpetuará os conflitos.

Quem vai dar o troco?

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V A L O R E S 
trocados (por) 
VA L O R E $





Solo em mim.

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