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Mostrando postagens de Novembro, 2013

Tudo sobre ela X Tudo sobre ele

[[ do lado de dentro ]] individualidade, subjetividade, coisa-e-tal independência, liberdade me envolvi demais, declarei assustei arrebatou arrebentou pegou na veia de mão atada no mesmo barco embarcação furada o que alimenta a distância é a verdade eu não sei mentir vontades minha vênus é em câncer constante expectativa intimidade que há, mas não há ela transformava o dia "vamos nos permitir?" devia ser mais simples mas não é o que parece amores por todos os lados
[[ do lado de fora ]] - como é que vive algo intenso, sem sentir? - sinta sinta tudo mas... há como curtir sem se apegar? alguém marca, esse alguém realmente marca sem não teorizar muito
- tempo de conhecer melhor - mas ciente de tudo que pode rolar - querer racionalizar, coisa de gente de ar - perfeitamente, e se jogar? - tipo 'foda-se tudo' vou viver? - abraça ou não abraça? - tou comprando o convite - estou feliz julgamento é o que pesa observar e absorver
- haja roteiro - sem medo de ser feliz sem medo de ser feliz sem medo de …

sobre estar

na falta de te ver de perto
sobro em te ver em sonho


1 + 1 = 3

hoje acordei com medo de ser só                           mais uma opção.
             sem essa caretice de ser A única,                                                            especial,                 mas eu também quero ser     única e                                                           especial.
as pessoas tem os seus valores  individual|mente,  e não falo desse [[ romantismo perigoso ]]  em que fomos criados,  mas do valor individual que estão em nós                                                         sós 
                                defeitos e qualidades,                                   excentricidades,                                  particularidades,
                                  entre o que se aprende                                     e o que se ensina ao outro,
                                           À QUILO que cada um de nós temos,                                                                               e somamos                                              …

Originalmente clichê, deixe ser.

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Eu sou adepta do clichê. E seria o clichê uma vertente brega da paixão? Ou a paixão é o brega do amor? Ou o clichê é brega por si só? Vai saber... Eu ainda acredito, baseada em uma de minhas teorias-práticas de vida, que mais falta compreensão do que classificação. A gente sempre cai na tentação do classificar ao invés de só sentir sem querer controlar, afinal o 'dar nomes' também é uma forma de mergulhar num falso controle. Ora, quando se sente, não tem classificação e teoria certa, a verdade é que a gente acaba descobrindo aquilo que há de mais genuíno e sem classificação dentro da gente. Tipo certa feita, ainda em vida, em que minha mãe me confidenciara a rotina de se perfumar antes de falar ao telefone com um certo amor quando jovem. Por qual motivação? Estar perfumada para seu rapaz, que lhe escutava há quilômetros de distância, enquanto a mesma imaginava que este sentiria seu mais cheiroso perfume? E pior, sem nenhuma possibilidade de 4D cheirinho via ondas de frequência…

passion

enamorarse
e namorar-se
e se namorar
e morar-se
n'amor'a-se
no amor
morasse
e
no
amor'r
esse

fim.