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Mostrando postagens de Abril, 2010

Sem ordem.

Um tratado para se tratar e retratar o bom trato que se faz necessário em tratar a si mesma.

Fim.

Naquela última madrugada choveu em mim de dentro pra fora.

Reaprendendo regras, refazendo lições, redescobrindo o que já foi e não é mais. Revirando. Espremendo. Se desfazendo. Isso foi o ontem.

Pequeno relato cidadão.

Recomendações: Ler ao som de 'Pequeno Cidadão' - Pra ouvir: www.myspace.com/pequenocidadao - Pra baixar:http://www.4shared.com/file/P21uiwqF/2009_-_Pequeno_Cidado_-_Pequen.html?s=1 ] _______________________________________________________________________________
Que loucura! Engarrafamento para remediar pensamento! [não sei, não sei, não sei / me dá um tempo]. Nem conseguir pausar a mente eu consigo.
É maldade dar esperança ao que está fadado em não acontecer [justo por ela / que o despreza / e o faz esperar]. Como se estivesse correndo atrás das tais repostas que nunca teve [e de novo / e de novo / e de novo].
Tem que ser definitivo, há de ser definitivo. Uma pausa! ... Um trânsito gigante pela frente só para pensar. Só. E conseguir se isolar mesmo estando rodeada de gente. 
Dessa vez esperar não me incomoda, talvez, e muito mais, os olhares curiosos acerca do que escrevo. E a falta de intimidade, mesmo estando em coletivo.
Mar não combina com carros. Uma pena que o engarrafamento em …

Singeleza.

Nesses tempos de chuvas, temporais, de águas de março... mais uma notícia triste aos corações.

Seu Zé se despediu dos planos terrestres... uma grande figura da Escola de Teatro de Salvador (UFBA). Uma mistura única do singelo com o rude, da simplicidade com a bravura, da paixão com a pureza...

Deixo aqui uma pequena homenagem, que muito me identifico, feita pelo inspirado Alan Miranda :

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'Seu Zé
Seu Zé tá sentado, sozinho, no banco. Eu chego, aceno e sento ao seu lado. - Seu Zé. Tenho algo para lhe dizer que não sei se vai gostar. Peço pra ele dar uma olhada em volta. Tudo branco. Branco, branco, branco. E só eu e ele, sentados, em um banco de praça. Que também é branco. - Que é que tem? - O Senhor não acha estranho o ambiente? - Você acha? - Seu Zé, não há nada, só brancura, só isso. - E...? Não podia mais enrolar. - Seu Zé, o senhor faleceu. - Foi...? Quando? - Ontem. Pela manhã. - Estou morto? - Tá…